Entrevista Ping-Pong com a coordenadora Joyce Martins Mendes

Autor(a):

PING-PONG:

Joyce Martins Mendes | Coordenadora de Ciência da Computação

A história da Joyce dentro da UNIB começou quando ela era estudante do curso que atualmente coordena. Descubra um pouco mais sobre ela e sua trajetória profissional.

O que lembra com saudades da época como aluna da UNIB?

Os professores me auxiliaram muito, inclusive um deles me levou para a USP, onde comecei a fazer iniciação científica. Além disso, tenho amizade com alguns professores até hoje.

Como você se tornou professora e depois coordenadora?

Foi justamente indicação de um professor da UNIB. Ele me indicou para um amigo que estava precisando de professores. Na época foi na Universidade Paulista (UNIP) e logo em seguida já me chamaram para a coordenação.

Como é ter experimentado os dois lados de uma mesma moeda: voltar para o lugar que estudou, mas agora como funcionária? 

Eu sempre dizia aos meus colegas que iria voltar para dar aula. Este ano vi o anúncio para coordenação e me candidatei. Na entrevista com o Prof. Alan (Diretor), eu disse que era a pessoa certa para o cargo, pois me formei na graduação aqui, em Ciência da Computação, e que seria um orgulho imenso poder retribuir o que fizeram por mim no passado. Hoje pretendo fazer o mesmo com os meus alunos.

Qual é o seu papel como coordenadora na UNIB?

Para mim não é apenas um cargo, é um orgulho voltar e poder fazer com os meus alunos o mesmo que fizeram por mim. É uma responsabilidade muito grande mostrar a eles o quanto podemos crescer. Estou passando essa determinação para os professores, para que eles se sintam engajados a transformar o futuro de nossos alunos.

Você conseguiria classificar os principais desafios que enfrenta como coordenadora?

O maior desafio é incentivar o aluno a acreditar em si mesmo. No seu potencial, na sua capacidade de transformar a sua vida. Muitos têm a ilusão que somente alunos de faculdades públicas conseguirão um futuro melhor. Mas isso não é verdade!  Estou determinada em ter um quadro de professores engajados, responsáveis e que acreditem que podemos fazer o melhor.

Que conselho daria para seus alunos?

Particularmente sigo esse pensamento: “Espero que, independentemente e qual seja sua profissão ou ambiente de trabalho, você se esforce pelo bem-estar do próximo e pela melhoria da sociedade de um modo que é só seu, e conquiste o louvor das pessoas à sua volta por ser alguém positivo, digno de confiança e leal” (Daisaku Ikeda).

O que o curso da UNIB faz para integrar o aluno no mercado de trabalho?

Procuramos trazer para a sala de aula o que ocorre nas empresas. As aulas práticas auxiliam nesse processo. Além disso, trazemos pessoas de empresas de TI para explanar sobre qual o perfil de pessoas que o mercado de trabalho está procurando. Devo ressaltar que o quadro de professores também é peça fundamental nesse processo.

Em quais áreas o aluno pode atuar?

As áreas de trabalho são inúmeras. Para se ter noção, a área de TI é a única que sobrevive à crise financeira, ou seja, por mais difícil que esteja a situação do país, sempre há vaga de emprego nessa área. O único problema é que faltam pessoas qualificadas. Portanto, um aluno de Ciência da Computação poderá atuar em diversos segmentos.

Quais conselhos você daria para o aluno que está com dificuldades ou pensa em desistir?

Quando isso ocorre, conto minha trajetória e ainda lhe falo sobre vários alunos que encontrei bem alocados no mercado de trabalho, que um dia pensaram em desistir e eu incentivei. Certo dia estava na Santa Ifigênia e ouvi alguém me chamar. Era um ex-aluno com a camiseta da IBM. Ele estava todo feliz e falava em voz alta que graças as minhas palavras de incentivo ele não desistiu do curso.

O que você destacaria como diferencial da UNIB? E do curso, especificamente?

O diferencial da UNIB está no relacionamento com os funcionários. A UNIB passa algo familiar e acolhedor. Foi isso que me incentivou a voltar. Não posso deixar de mencionar que estou fazendo um MBA em Gestões Estratégias de Instituições de Ensino Superior pela Uniandrade!

Qual o seu filme, livro e música favoritos?

“Nosso Lar”; música árabe… E o livro é antigo, mas é o “Operação Cavalo de Tróia”.

Quais são seus sites/páginas de redes sociais favoritos?

De notícias, informática e tudo relacionado a ser uma pessoa melhor. Curto muito no Facebook as páginas que incentivam a mudar o nosso interior e sempre fazer o melhor.

Que dica você daria de programas interessantes para se fazer com a família? 

Agora, por exemplo, estamos (a família) nos programando para ir no Cirque de Soleil. Vamos ver o filme do Queen e depois assistir o show de um cover do Freddie Mercury.

Quais são seus planos para o futuro?

Pretendo fazer alguns MBA voltados a educação, pois pretendo seguir carreira como coordenadora pedagógica e chegar um dia na direção, pois amo trabalhar com gestão, com pessoas, amo incentivar e encarar os desafios.

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