#UnibEntrevista Lucas Spieker, ex-aluno de Engenharia de Produção, conquista emprego na Alemanha

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Estamos há 50 anos incentivando os nossos alunos a alcançar o topo do mercado de trabalho. Quando eles conquistam os próprios sonhos, gostamos de enaltecer e contar para todo o mundo.

Hoje é dia de trazer um bate-papo dividido em duas partes com o Lucas Spieker, ex-aluno do curso de Engenharia de Produção da Universidade Ibirapuera, que foi aprovado no processo seletivo da empresa COLEP, na Alemanha.

Gostaríamos de agradecer ao Prof. Anderson Figueiredo da Costa, coordenador de Engenharia de Produção, pela indicação e orientações, e ao ex-aluno e engenheiro pelo tempo oferecido ao nosso #UnibEntrevista.

PARTE I – Na Universidade Ibirapuera

Por que você escolheu fazer o curso de Engenharia de Produção? Era algo que você já queria?

Eu tive uma curta experiência nas áreas administrativa e de produção, e não me identifiquei com a “exclusividade” de ambas. Então pensei: “E agora? O que eu faço?”. Passei a procurar por algo [Engenharia de Produção] que incluísse tanto a parte técnica como a administrativa, ou seja, que me permitisse transitar entre a fábrica (prática) e o escritório (teoria). Na época foi como eu me defini. Mas, na verdade, com o tempo fui percebendo que o conceito da engenharia de produção era muito mais amplo que isso. E era o que eu realmente gostava.

Você poderia contar um pouco da sua relação com a UNIB? Quais foram os motivos que o levaram a escolher a instituição?

Muitos motivos me fizeram escolher a Universidade Ibirapuera. Além da conveniência (a instituição é localizada perto da minha casa), o campus também me impressionou. Além do mais as notas [Guia do Estudante, MEC e Guia da Faculdade] são boas e o preço bastante acessível.

O que você destacaria como diferenciais do curso de Engenharia de Produção da UNIB para outras instituições?

Há muitos diferenciais. A coordenação está sempre presente, a instituição fornece tudo para que as aulas aconteçam corretamente e os docentes dão todo o suporte possível. Esse último item foi fundamental em todo o curso, a presença constante dos mestres, principalmente no início de cada disciplina, na Iniciação Científica e no desenvolvimento do TCC (Trabalho de Conclusão de Curso).

O que você mais gostou de aprender com a matriz curricular do curso?

Na Universidade Ibirapuera eu aprendi a pensar de forma diferente. Não houve uma matéria específica, apesar de várias serem incríveis, mas o essencial foi a mudança na forma de pensar. Tudo o que foi ensinado me preparou para o mercado de trabalho.

Como os docentes do curso de Engenharia de Produção o ajudaram em suas conquistas?

Com conselhos práticos em sala de aula, os insights do mercado de trabalho e o networking que cada um cooperaram para as minhas conquistas durante a formação.

Você teve experiências com a área durante a graduação?

Eu tive a oportunidade de fazer um estágio de dois anos em uma empresa multinacional, trabalhando na área de Logística. Estou convencido que o conhecimento analítico oriundo do curso de Engenharia de Produção proporcionou o meu destaque e efetivação na empresa.

Quais foram os principais desafios e vitórias durante os anos de estudo?

Acredito que posso voltar um pouco ao que já tinha mencionado: o curso nos induz a pensar diferente, assimilando já nas aulas o fluir das coisas no âmbito prático. Durante a formação, no período de 2014 a 2019, o Brasil passou por mudanças na política e economia. Em nosso curso tivemos que analisar qual seria o impacto dessas transformações dentro e fora do país.

PARTE II – Após a Universidade Ibirapuera

Após a UNIB, quais foram os seus primeiros passos?

Depois da Universidade Ibirapuera, consegui o meu título de engenheiro e continuei na atividade exercida durante a graduação. Eu já havia tido a felicidade de ser efetivado logo após o término de contrato do estágio.

Você sempre teve em mente qual área gostaria de se especializar após a UNIB?

Ainda não tive esse “insight” sobre qual especialização fazer dentro da Engenharia de Produção. Já me perguntei várias vezes: “E agora, qual é o próximo passo?”. Como o meu emprego era em Campinas, resolvi ficar lá mais um pouco, aproveitando para me recompor também. Não demorou, e surgiu esta nova oportunidade.

Como você conheceu a empresa COLEP?

A COLEP é uma empresa multinacional portuguesa especialista em embalagens. A planta em que serei alocado está localizada na Alemanha e é a única farmacêutica do grupo. A atividade consiste em preparar e embalar o conteúdo, geralmente em sprays aerossol.

Como aconteceu o processo seletivo? Você poderia contar desde o princípio?

Um amigo meu compartilhou que a COLEP estava precisando de engenheiros que falassem português e alemão. Já fazia 4 anos que estava na empresa que havia me contratado após a graduação, e estava bem encaminhado. Mas essa oportunidade era uma daquelas que só aparecem apenas uma vez na vida. Fiz uma entrevista a distância, por telefone, e eles me ofereceram a oportunidade de ir para o país e visitar a empresa. Fui para lá no início de janeiro deste ano e conheci as atividades que desempenharia. Visto que se tratava de uma proposta boa para os dois lados, eu aceitei.

Como foi mudança para a Alemanha?

Eu mudei para a Alemanha no final do mês de fevereiro. Para este ano, as minhas novas atividades envolvem a entrega de um projeto de melhorias em equipamentos das cinco linhas de produção da empresa. A empresa está auxiliando com os custos de moradia.

Você acredita ser importante dominar uma segunda língua?

É fundamental. Acredito que o bom domínio de um segundo idioma é um requisito mínimo. O mercado de trabalho está muito globalizado, ou seja, o profissional precisa fazer esse investimento. No meu caso, tive a felicidade de ter pais que se preocuparam e se dedicaram com relação a isso.

Tem algo mais que você queira destacar na matéria?

Na Universidade Ibirapuera eu fui realmente preparado para o mercado de trabalho. Apesar de ter chegado cedo ao mercado, eu estava bem preparado graças ao conhecimento repassado pelos professores. Experimentei a competitividade no ambiente profissional ao lado de profissionais com mais de 10 anos de experiência. Afinal, uma coisa é a capacidade de desenhar uma linha de produção inteira, outra totalmente diferente é ter desenvoltura diante da falta de recursos financeiros, materiais e pessoais… e ainda assim fazer acontecer. Foi isso que aprendi… na Universidade Ibirapuera!

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